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FÓRUM DE TURISMO DO VALE ENTREGARÁ PROPOSTAS À GOVERNADORA ELEITA FÁTIMA BEZERRA

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O Fórum de Turismo do Vale do Açu se reuniu neste sábado, no Auditório da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, em Assu, para construir propostas para o setor, numa carta a ser entregue à governadora eleita Fátima Bezerra. 


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As propostas que compõem a carta estão centradas em apoios e parcerias para promover o turismo e cultura na região, além de sinalização de Acessos dos Atrativos Turísticos no Vale do Açu, e da recuperação e ampliação da malha asfáltica: Estrada Camarão que liga Alagamar a Pendências; 90 km das RN-016/404, Assu ao Distrito de Ponta do Mel; Construção da Ponte Ilha de Cuba no Rio dos Cavalos e do trecho asfáltico Ilha de Santana Assentamento Rio Doce (Porto do Mangue/RN 404); Construção de Trecho Asfáltico que liga Entroncamento com Alto do Rodrigues, acesso asfáltico para o açude do Mendubim e Lagoa do Piató (Assu/RN), acesso à cidade histórica (Carnaubais/RN), acesso ao Porto do Carão (Pendências/RN); trecho da RN/118 (São Rafael/Jucurutu). 





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O Fórum Caminhos das Águas Doces, Turismo e Cultura no Vale do Assu tem área territorial que abrange a microrregião do Vale do Assu, integrando os municípios de: Assu, Carnaubais, Ipanguaçu, Itajá, Afonso Bezerra, São Rafael, Alto do Rodrigues, Pendências, Macau e Porto do Mangue. Os membros signatários são secretários de Cultura e Turismo, vereadores, produtores culturais e artistas.

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Bolsonaro faz de conta que é simples, dizem especialistas

Especialistas ouvidos pelo jornal Folha de São Paulo estão convencidos que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) faz “tipão” para parecer que é um sujeito simples.
Segundo os especialistas em política e campanhas eleitorais, Bolsonaro cria cenários para as suas aparições em público e nas redes sociais.
Os cenários “bagunçados” em que aparecem ao fundo bandeira torta na parede, baldes, varais de roupas e botijões de gás, entre outras coisas, é milimetricamente pensado para passar a ideia de que se trata de uma pessoa como outra qualquer.
“É uma estética pensada para atingir uma classe média que ascendeu no governo Lula e agora tem receio de cair novamente. Então Bolsonaro se apresenta como uma pessoa de hábitos simples, alguém do meio popular que chegou longe na política”, diz a historiadora Heloisa Starling, da UFMG.
Felipe Soutello, consultor político, vê nas imagens do presidente eleito uma “estética da realidade”, semelhante a um reality show da TV.

Moro, o presidente de ‘facto’ do Brasil

Mesmo sem nenhum voto, o juiz Sérgio Moro pode ser considerado de ‘facto’ presidente da República. Foi graças a sua militância política que Jair Bolsonaro (PSL) venceu a eleição de outubro.
Ainda na fatídica entrevista ao Fantástico, na Globo, o futuro Ministro da Justiça em “ato falho” reconheceu ser um político e que poderá disputar a Presidência da República.
“Não, isso eu tô te falando aqui, não vou ser. Eu não sou um político que… minto (risos). Desculpe”, tropeçou o rapaz da lava jato durante a entrevista com a jornalista Poliana Abrita.
Moro jura que está assumindo uma posição predominantemente “técnica” (KKKKK) e lembrou que no passado afirmou numa entrevista ao Estadão que jamais entraria pra política.
Mentiu. O juiz entrou na política assim que aceitou um cargo de provimento político, que é o Ministério da Justiça. A indicação de Moro ocorreu por livre escolha de Bolsonaro que o fez pela conveniência e oportunidade (características da discricionariedade).
Moro sentenciou o ex-presidente Lula em troca do cargo de ministro da Justiça, segundo o PT.

Paulo Guedes não dura seis meses no governo de Bolsonaro, diz Cid Gomes

O senador eleito pelo Ceará, o ex-governador Cid Gomes (PDT), em entrevista na noite deste domingo (11) ao programa Poder em Foco, do SBT, apresentado pela jornalista Débora Bergamasco, afirmou que Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), não vai durar seis meses na função.
De acordo o senador eleito, a palavra que melhor define o futuro governo é “imponderabilidade” e Guedes não vai durar no cargo por causa de seu “estilo truculento”.
Cid Gomes acredita que a relação entre Bolsonaro e o “superministro” da Economia, Paulo Guedes, deve azedar no máximo em seis meses.
“Acho que a equipe econômica e o Bolsonaro não conseguirão se relacionar num período superior a seis meses”, disse Cid Gomes na entrevista.

O show protofascista de Sérgio Moro no Fantástico

O juiz Sérgio Moro deu um show protofascista no programa Fantástico, da Globo, ao defender a flexibilização da posse e do porte de armas, fuzilar criminosos armados antes mesmo de confrontos, redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e, para fechar o repolho, revelou que ele tem ‘amigos homossexuais’ ao relativizar as declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre minorias e comunidade LGTB.
Emparedado pela jornalista Poliana Abrita, do Fantástico, Moro afirmou que ‘tem grandes amigos que são homossexuais’ e que ‘algumas das melhores pessoas que conhece são homossexuais’.
Postando-se como advogado de Bolsonaro, Moro disse que nunca viu do presidente eleito proposta discriminatória em relação a LGBT, negros e mulheres.
“Eu não poderia ingressar em qualquer governo se houvesse alguma sombra de suspeita que haveria uma política dessa espécie”, jurou.
“Eu tenho grandes amigos que são homossexuais. Algumas das melhores pessoas que conheço são homossexuais. E não existe nenhuma perspectiva de nada que seja discriminatório a essas minorias”, defendeu Moro.

Moro diz que demitirá colegas envolvidos em corrupção

O juiz Sérgio Moro disse que “provavelmente” caberá a ele a tarefa de fazer o juízo de valor sobre o envolvimento de membros do governo Jair Bolsonaro (PSL) em esquemas de corrupção.
Em entrevista à Globo, no programa Fantástico, o rapaz da lava jato afirmou que não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a biografia.
“Não é preciso esperar as cortes de justiça proferirem o julgamento”, avisou.
De acordo com o magistrado, Bolsonaro concordou que “ninguém” seria protegido em caso de corrupção no governo.
Entretanto, a reportagem do Fantástico — apresentada durante a entrevista — contraditoriamente mostrou que Moro passou a mão na cabeça do futuro chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, Ônyx Lorenzoni (DEM-RS).
Acusado de receber dinheiro de caixa 2 na campanha eleitoral, ônyx foi perdoado pelo juiz da lava jato porque ele [deputado] teria pedido desculpas e atuado a favor da aprovação de medidas anticorrupção no Congresso.
Em virtude da posição complacente de Moro, na semana passada do senador Roberto Requião (MDB-PR) apresentou projeto de lei no Senado — batizada Lei Ônyx Lorenzoni — que concede perdão judicial em caso de crimes eleitorais, contra a administração pública ou contra o sistema financeiro nacional, desde que demonstre “arrependimento, confesse o crime e peça perdão”.

Cappelli: radicalóides atacam comandante do Exército

O jornalista Ricardo Cappelli não poupa as lideranças de esquerda, dentre as quais a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que criticaram entrevista do Comandante do Exército General Villas Boas à Folha.
Segundo o articulista, foi uma entrevista ‘irretocável’ e que se tratou de palavras de um brasileiro com ‘B maiúsculo’ ciente de seus deveres e responsabilidades.
“Os radicalóides irresponsáveis que o atacam ignoram que agiu sempre para segurar a ala radical no limite da Constituição”, opina Cappelli.
O jornalista afirma ainda que se trata de uma turma da esquerda irresponsável, bravateira, que sonha com a volta da ditadura pra poder posar de “herói da resistência”.
Leia a íntegra:
OS BRAVATEIROS TORCEM POR UMA DITADURA
por Ricardo Cappelli*
A entrevista do Comandante do Exército, General Villas Boas à Folha foi irretocável, palavras de um brasileiro com B maiúsculo ciente de seus deveres e suas responsabilidades.
Tive a oportunidade de conhecer o General. Não temos afinidades ideológicas, mas é incontestável seu preparo intelectual e seu respeito à Constituição.
Os esquerdistas patéticos que distorcem suas palavras para atacá-lo não têm a menor ideia do que acontece nas Forças. Por que Villas Bôas, um homem numa cadeira de rodas com uma doença degenerativa irreversível, se manteve no Comando?
Os posicionamentos dele sempre foram no limite. O Brasil esteve sempre no limite nos últimos anos. Os radicalóides irresponsáveis que o atacam ignoram que agiu sempre para segurar a ala radical no limite da Constituição.
É uma turma da esquerda irresponsável, bravateira, que sonha com a volta da ditadura pra poder posar de “herói da resistência”. Fazem coro com a ala radical dos militares apostando na desestabilização do país.
UMA VERGONHA.
*Ricardo Cappelli é jornalista e secretário de estado do Maranhão, cujo governo representa em Brasília. Foi presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) na gestão 1997-1999.

Requião: Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro

O senador Roberto Requião (MDB-PR) afirmou neste domingo (11) ao Blog do Esmael, direto do Uruguai, onde participação de sessão do Parlasul, que Joaquim Levy poderá acelerar a queda do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).
“Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro”, analisou com exclusividade para o Blog do Esmael ao tomar conhecimento da nomeação do ex-ministro para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Atualmente no Banco Mundial, em Whashington, Joaquim Levy foi confirmado por Paulo Guedes para ocupar o cargo a partir do ano que vem. Ex-ministro da Fazenda no segundo governo de Dilma Rousseff, ele é apontado por petistas e aliados desenvolvimentistas como responsável pela queda da presidenta eleita em 2016.
‘O homem que derrubou Dilma e que poderá derrubar Bolsonaro’ fixou-se em 2015 no fetiche do ajuste fiscal primário cuja premissa é ‘relação de receitas menos despesas, excluindo a parte financeira’.
Na época o ajuste fiscal de Levy arrochou salários, gerou desemprego, amplificou a crise política que desembocou no impeachment de Dilma.
Segundo Requião, o ex-ministro é um perigo para Bolsonaro.